Linha B

Automação que conclui a tarefa de verdade

Não para no chat: consulta sistemas, dispara fluxos e pede aprovação humana só onde a operação exige.

Dores que resolvemos

  • Processo repetitivo exige dez cliques em sistemas diferentes — erro humano e fila.
  • Prova de conceito responde bem, mas não conclui a tarefa no sistema de origem.
  • TI trava automação sem trilha, rollback ou limite claro de permissão.

O que construímos

  • Agentes com acesso a ERP, CRM, e-mail e filas internas
  • Orquestração multiagente para processos entre áreas
  • Aprovação humana configurável por etapa crítica
  • Observabilidade: log de decisão, custo por execução e replay
  • Integração com plataformas de orquestração (LangGraph, n8n ou camada própria)

Como resolvemos na prática

Fluxo — IA que Trabalha

Do insight à ação no sistema

Dor

Equipe consulta IA e depois redigita o resultado no ERP — dupla digitação e atraso.

O que construímos

Agente com permissões por perfil que consulta API, propõe lançamento ou atualização e registra trilha auditável antes de concluir.

Resultado

Etapa operacional fecha no sistema de origem; fila manual cai e o time revisa exceção, não redigita tudo.

Fluxos complexos sem spaghetti

Dor

Cada automação nasce como script isolado; ninguém mantém quando o ERP muda.

O que construímos

Orquestrador com estados, retentativas, filas e contratos de evento — agentes especializados por domínio.

Resultado

Novo caso entra sem reescrever o core; TI evolui módulo a módulo com monitoramento central.

Automação com governança

Dor

Diretoria aprova IA generativa, mas trava em risco operacional e LGPD.

O que construímos

Limites de escopo, aprovação humana em transações sensíveis, versionamento de prompt e rollback de versão.

Resultado

Agente roda em produção com runbook claro — não demo descartável após o piloto.

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